
O jovem é homossexual assumido e foi atacado pelos seguranças quando estava dançando com um outro rapaz. “O segurança chegou para nós e disse: ‘veadinho você não pode dançar assim. Aqui não é um local gay’. Então eu pedi para falar com o gerente. Questionei o preconceito e disse que tinha muitos homossexuais ali. Ele mandou os seguranças me colocarem para fora e os três me espancarem”, contou.
As marcas da agressão estão estampadas nos rosto, nas costas e braços de Diego.Conforme testemunhas, policiais militares estavam no local, mas não teriam feito nada para intervir na agressão. O caso será investigado.
Deputado Jean Wyllys levará caso para Comissão de Direitos Humanos da Câmara
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) informou pelo twitter que pretende vir pessoalmente para Joinville para apurar as denúncias. Ele irá propor à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e à Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) uma visitaa a cidade.
Ainda pelo twitter, Jean cobrou posicionamento das autoridades catarinenses. “Cadê o Ministério Público de SC que não toma providências? Cadê a OAB que não se manifesta? Onde estão os parlamentares de SC?”, afirmou.
Este é o segundo caso de homofobia registrado em Santa Catarina nesta semana. No dia 8 de março, um casal gay foi ameaçado com um facão, sob os gritos de “Vocês são contra deus” e “morte aos veados”, após uma festa ocorrida no bairro. Os agressores foram contidos por seguranças do estabelecimento e encaminhados para a polícia, mas foram liberados na sequência