segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Senadora vai recorrer ao STF e TRE para manter mandato Ficha Limpa

A assessoria jurídica da senadora Marinor Brito, líder do PSOL no senado federal, deu entrada na tarde de quinta-feira (15), no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília e na manhã desta sexta-feira (16), no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em Belém, respectivamente, em um Mandato de Segurança com pedido de liminar e Petição comunicando a existência da ação em curso do STF.

Segundo a assessoria jurídica da senadora do Pará, o mandado de segurança (MS. 31080), considera que o presidente do STF, Cezar Peluso, cometeu ato irregular ao acolher a petição na última quarta-feira (14) em favor do ex-deputado Jader Barbalho (PMDB-PA).

- Não houve prévio aviso às partes nem inclusão do RE: 631.102/PA na pauta de julgamentos da Sessão Plenária. Desta forma, não foi assegurado à Senadora o direito do contraditório e do amplo direito de defesa, princípios consagrados pela Constituição Federal de 1988. Portanto, o Mandado de Segurança visa a imediata suspensão dos efeitos do voto de qualidade do presidente Cezar Peluso, com a sua conseqüente anulação, bem como a imediata comunicação ao Tribunal Regional Eleitoral/PA, para que se abstenha de praticar qualquer ato que importe na revogação do Diploma da Senadora, até apreciação final do Mandado de Segurança, disse André Maimoni, da assessoria jurídica da senadora.

Ontem mesmo, o sistema eletrônico de distribuição de processos do STF designou como relator do mandato de segurança, o ministro Joaquim Barbosa que tem prazo regimental de 48 horas para apresentar parecer.

A equipe de advogados da senadora do Pará, em Belém, impetrou na manhã desta sexta-feira (16), junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PA), Petição comunicando a existência da ação em curso do STF e pedido que o este Tribunal obedeça ao trâmite administrativo previsto na Lei 9.784, uma vez que esta determina a realização de procedimento administrativo com de sessão de julgamento, com pauta previamente publicada, para os efeitos que importem perda de mandato eletivo, exigindo que se observe, minimamente, o contraditório e a ampla defesa.

Essas medidas, segundo Pedro Cavalero, da equipe de advogados da senadora do Pará, Marinor Brito, pretendem resguardar o direito ao mandato assegurado em lei, disse.

A senadora do povo do Pará tem recebido inúmeras manifestações de solidariedade e agradecimento pelo trabalho parlamentar. Marinor tem constatado a revolta do povo paraense com a decisão do STF que pode recolocar no cenário político nacional um político comprovadamente corrupto e que responde a inúmeros processos criminais. A senadora, que é defensora incansável da lei da Ficha Limpa, sabe que este é apenas mais um capítulo em sua trajetória na luta por uma sociedade justa e fraterna.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

PSOL participa de panfletagem contra aumento de ônibus

O PSOL Joinville participou na tarde desta quarta-feira de uma panfletagem dentro do terminal de ônibus do centro, em protesto ao aumento das passagens de ônibus. A ação era coordenada pela Frente de Luta pelo Transporte Público.

A ação foi um sucesso, e recebeu diversos apoios da população, apesar da truculência dos seguranças pagos pela Gidion e Transtusa.

Os panfletos chamam todas e todos para uma manifestação contra o aumento nas tarifas de ônibus de Joinville, anunciado pelo Prefeito Carlito Merss (PT). Carlito pretende subir as tarifas para R$ 2,70 no dia 2 de janeiro de 2012.

Projeto de propaganda anti-aborto nas escolas catarinenses é derrotado na Assembleia Legislativa

 O projeto do deputado estadual Kennedy Nunes (PSD), que pretendia institucionalizar uma verdadeira campanha anti-aborto nas escolas catarinenses, foi derrotado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

O relator, Sargento Soares (PDT), propôs um substitutivo global, reescrevendo o projeto. Ele foi aprovado, criando o "dia de preservação dos direitos da gestante e do nascituro", a ser "comemorado" no dia oito de outubro.

Apesar da data ter sido inclusa no calendário oficial do estado, toda a parte do projeto que previa campanhas escolares e incentivo a debates sobre o tema "o direito do nascituro à vida" foram suprimidas.


Emenda de Zilnete Nunes cria "férias de julho" para vereadores de Joinville

Os vereadores de Joinville aprovaram o retorno das "férias de julho" para si próprios. O recesso parlamentar foi valerá nas duas úlitmas semanas do mês de julho.

A mudança foi proposta pela vereadora Zilnete Nunes (PSD), a mesma parlamentar que, em 2010, foi campeã de gastos com o celular da Câmara, tendo somado incríveis R$ 10 mil reais torrados no ano passado.

As férias de julho já haviam sido extintas em 2005, e agora retornam por proposição de Zilnete. Com apenas três votos contrários, a medida traz um retrocesso à moralidade política na cidade. Boa parte dos vereadores que aprovaram a volta das férias de julho haviam votado pelo seu fim há seis anos.