Veja o segundo vídeo de A semana vista pelo PSOL, com o assunto:
Militantes do PSOL apoiam a greve dos servidores municipais de Joinville
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quarta-feira, 22 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
A semana vista pelo PSOL - Greve, Reenturmação e Oposição na CVJ
A partir desta semana o PSOL Joinville está abrindo um novo canal de comunicação com as pessoas da nossa cidade para debater temas relacionados a política local e estadual.
Para o primeiro vídeo, gravado no dia último sábado, 11 de maio, foram abordados os temas:
1. Greve dos Servidores Municipais, com lançamento de nota de apoio, leia mais: http://ow.ly/kYBMw
2. Manifestação contra Reenturmação nas Escolas Estaduais, com lançamento de nota de apoio, leia mais: http://ow.ly/kYDvi
3. Oposição na Câmara de Vereadores de Joinville.
Confira o vídeo abaixo, comente e compartilhe com seus amigos.
Para o primeiro vídeo, gravado no dia último sábado, 11 de maio, foram abordados os temas:
1. Greve dos Servidores Municipais, com lançamento de nota de apoio, leia mais: http://ow.ly/kYBMw
2. Manifestação contra Reenturmação nas Escolas Estaduais, com lançamento de nota de apoio, leia mais: http://ow.ly/kYDvi
3. Oposição na Câmara de Vereadores de Joinville.
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PSOL declara apoio à greve dos servidores de Joinville
A direção municipal do PSOL em Joinville aprovou, neste final de semana, uma resolução política em favor da greve dos servidores municipais. Leia o texto na íntegra.
Resolução sobre a Greve dos Servidores Municipais de Joinville
Considerando
1. Que a qualidade do serviço público também se constrói pela boa remuneração e condições de trabalho dos servidores;
2. Que a categoria dos servidores municipais viu seus ganhos serem corroídos pela inflação, com perdas salariais superiores a 30%;
3. Que este ciclo de desvalorização foi interrompido com a atual gestão do Sinsej;
4. Que a proposta do prefeito Udo Dohler (PMDB) oferece um reajuste menor do que a inflação dos últimos 12 meses;
5. Que os servidores municipais, em assembleia altamente representativa, decidiram, por unanimidade, realizar greve como única alternativa à intransigência do governo municipal;
6. Que o calendário escolar acordado no ano passado entre Prefeitura e Sindicato não está sendo respeitado pelo atual governo.
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) resolve:
1. Orientar sua militância, em especial, àqueles que pertencem ao serviço público municipal, a aderir e a engajar-se na greve dos servidores municipais;
2. Apoiar as mobilizações dos servidores, buscando o melhor acordo para mais de 11 mil trabalhadores e trabalhadoras
COMISSÃO EXECUTIVA MUNICIPAL
PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE
JOINVILLE
** aprovada por unanimidade **
Resolução sobre a Greve dos Servidores Municipais de Joinville
Considerando
1. Que a qualidade do serviço público também se constrói pela boa remuneração e condições de trabalho dos servidores;
2. Que a categoria dos servidores municipais viu seus ganhos serem corroídos pela inflação, com perdas salariais superiores a 30%;
3. Que este ciclo de desvalorização foi interrompido com a atual gestão do Sinsej;
4. Que a proposta do prefeito Udo Dohler (PMDB) oferece um reajuste menor do que a inflação dos últimos 12 meses;
5. Que os servidores municipais, em assembleia altamente representativa, decidiram, por unanimidade, realizar greve como única alternativa à intransigência do governo municipal;
6. Que o calendário escolar acordado no ano passado entre Prefeitura e Sindicato não está sendo respeitado pelo atual governo.
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) resolve:
1. Orientar sua militância, em especial, àqueles que pertencem ao serviço público municipal, a aderir e a engajar-se na greve dos servidores municipais;
2. Apoiar as mobilizações dos servidores, buscando o melhor acordo para mais de 11 mil trabalhadores e trabalhadoras
COMISSÃO EXECUTIVA MUNICIPAL
PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE
JOINVILLE
** aprovada por unanimidade **
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
PSOL, partidos e entidades pedem CPI na saúde para investigar Organizações Sociais em SC
Mais de 30 entidades sindicais, movimentos, partidos e
parlamentares catarinenses entregaram nesta quarta-feira (18) um pedido
de abertura de uma CPI para investigar os contratos do governo do Estado
com Organizações Sociais na área da saúde. Dentre os signatários do
requerimento, estão o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e o vereador
eleito de Florianópolis, Afrânio Boppré.
O pedido é motivado pela existência de diversas
irregularidades na organização social que está recebendo para fazer a
gestão dos hospitais catarinenses. Em um dos casos, o governo do estado
firmou convênio de R$ 35 mil mensais com um dos investigados em desvios
de mais de R$ 200 milhões na saúde pública de Pernambuco.
O requerimento foi entregue ao presidente da
Assembleia Legislativa, Deputado Gelson Merísio, e ao presidente da
Comissão de Saúde, Deputado Volnei Morastoni.
No
documento, as entidades pedem que a CPI investigue os contratos com
Organizações Sociais e também a aplicação de recursos públicos em saúde,
de modo que seja possível verificar o cumprimento das obrigações
constitucionais e legais.
Além da CPI, as entidades também protocolaram um
requerimento no Ministério Público de Santa Catarina e na Polícia
Federal, solicitando investigações.
Veja as entidades que assinam os requerimentos
Associação de Praças do Estado de Santa Catarina (APRASC).
Associação dos Docentes de Ensino Superior de Santa Catarina (Adessc).
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/SC).
Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas, Seção Estadual).
Consulta Popular (CP/SC).
Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes (CCLCP/SC).
Diretório Central dos Estudantes da UFSC (DCE/UFSC).
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST/SC).
Partido do Socialismo e Liberdade (PSOL/SC).
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU/SC).
Seção Sindical do Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes-SN).
Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região (SEEB).
Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis e Região (Sinergia).
Sindicato dos Empregados em Empresas de Processamento de Dados de Santa Catarina (Sindpd/SC).
Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Sindalesc).
Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Santa Catarina (Sinjusc).
Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Santa Catarina (Sintufsc).
Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (Sintaema-SC).
Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública de Ensino do Estado de SC (Sinte/SC).
Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Assessoramento, Perícia, Pesquisa e Informações de Santa Catarina (Sindaspi-SC).
Sindicato dos Trabalhadores em estabelecimentos de Saúde Público Estadual e Privado de Florianópolis (Sindsaúde/SC).
Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência do Serviço Público Federal no Estado de Santa Catarina (Sindprevs/SC).
Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Urbano,
Rodoviário, Turismo, Fretamento e Escolar de Passageiros da Região
Metropolitana de Florianópolis (Sintraturb).
Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado de Santa Catarina (Sintrafesc).
Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem).
Teatro Jabuti.
União Brasileira de Mulheres (UBM/SC).
União de Negros Pela Igualdade (UNEGRO/SC).
Vereador (eleito) Afrânio Boppré (PSOL).
Vereador Ricardo Camargo Vieira (PC do B).
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Mais de 40% aderem à greve dos Correios em Joinville
A greve dos Correios em todo o país começou na manhã desta quarta-feira, 14, e em Joinville também teve adesão. Na prática, nenhuma agência deixa de funcionar na cidade, mas cerca de 110 trabalhadores aderiram à greve na cidade, segundo o representante em Joinville do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos e Similares de Santa Catarina (Sintect-SC), José Carlos Martins. Ele alega que a greve não termina antes dos Correios apresentar uma proposta melhor.
Reinvidicações e propostas
Martins aponta que os Correios ofereceram apenas 6,37% de aumento no salário. Uma das reivindicações é o piso salarial em R$ 1.635,00, mais incorporação de R$ 400,00 ao salário. A proposta dos Correios, rejeitada pela classe, é de receber R$ 50,00 apenas em janeiro do ano que vem. Além disso, os funcionários pedem a contratação de mais 20 mil trabalhadores no país, o aumento no vale refeição e o fim do projeto MP532, que privatiza os Correios.
Martins afirma que Joinville recebe diariamente mais de 200 mil correspondências e que 40% dos funcionários aderiram ao movimento na cidade. No estado, dos 4 mil funcionários dos Correios, 1,6 mil aderiram.
Procurada, a assessoria dos Correios em Florianópolis ainda não se manifestou sobre o caso.
Eberson Theodoro, da Gazeta de Joinville
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Governo não apresenta proposta e greve no IF-SC continua
Numa assembleia que contou com a presença de quase 400 sindicalizados, número superior ao registrado no dia da deflagração do movimento, os servidores do IF-SC aprovaram, ontem (31/08) à tarde, por ampla maioria, a continuidade da greve em todos os campi do Instituto em Santa Catarina. A assembleia foi realizada no ginásio do Campus Fpolis e marcou o oitavo dia da participação dos servidores na greve da rede federal de ensino iniciada no dia 1º de agosto em todo o país.
Com forte presença de alunos e em meio a um clima de nítida disposição para a luta, a assembleia começou com a apresentação de informações detalhadas sobre a greve nacional, as negociações com o governo e o quadro de mobilização nos campi do IF-SC. Destaque, nesse ponto, para a presença de representantes das Seções Sindicais ligadas ao IFC e do Coordenador do SINASEFE e membro do Comando Nacional de Greve, Ney Robson Fialho Bezerra, do Sintef-PB (Sindicato dos Trabalhadores da Educação Federal da Paraíba). Os informes das negociações e das últimas atividades realizadas em Brasília foram apresentados pelo sindicalizado Marcos Dorval Schmitz, representante da Seção Sindical no Comando Nacional de Greve e membro da Comissão de Negociação do Sinasefe.
Após o momento de informes e antes da avaliação da greve, os servidores presentes à assembleia ainda tiveram a oportunidade de acompanhar a apresentação de um estudo interessante sobre a evolução dos salários de docentes e técnicos, elaborado pelo professor Márcio, do Campus Fpolis.
Avaliação do movimento: a greve continua
Com grande volume de dados e informações sobre a greve, os servidores passaram a avaliar, em seguida, os rumos do movimento em Santa Catarina e no país. No geral, as avaliações apontaram para o nítido crescimento da greve no IF-SC e para a necessidade de fortalecer o movimento nacional e local. As análises chamaram a atenção também para o cenário de inflação alta e defasagem salarial, em contradição às políticas governamentais que priorizam a remuneração do capital, com juros altos, em detrimento da valorização do trabalho.
As avaliações, quase unânimes, não impediram, porém, que o fim da greve com retorno ao trabalho fosse apresentado como proposta, o que obrigou a mesa a colocar em votação a continuidade ou não do movimento no IF-SC. Por ampla maioria de votos e sob intensos aplausos, a continuidade da greve foi aprovada, ficando marcada nova assembleia para o próximo dia 12 de setembro, a fim de avaliar possível negociação com o governo marcada, inicialmente, para o dia 6.
Comissão Eleitoral
No último ponto da pauta da assembleia, pouco antes de saírem para o ato público no Terminal Urbano do centro de Fpolis (Ticen), os servidores aprovaram ainda a indicação de quatro nomes para compor a Comissão Eleitoral que vai organizar e conduzir as eleições para a escolha da Diretoria da Seção Sindical, biênio 2011/2013. Os outros membros serão escolhidos na próxima assembleia.
Por enquanto, a Comissão é formada pelos sindicalizados Romoaldo Rebello Siggelkow e José Márcio Coelho (Campus São José), Luciano de Azambuja (Campus Continente) e Werther Alexandre de Oliveira Serralheiro (Campus Araranguá).
A educação vai às ruas
Para encerrar bem o dia, diversos servidores foram até o Ticen no final da tarde de ontem (31/08) para participar do ato público “A educação vai às ruas”. O movimento, realizado nacionalmente, teve como principal objetivo dialogar com a sociedade sobre os motivos da greve e pedir o apoio da população ao movimento dos servidores.
Portando diversas faixas, servidores de vários campi distribuíram cerca de dois mil panfletos à comunidade.
Com forte presença de alunos e em meio a um clima de nítida disposição para a luta, a assembleia começou com a apresentação de informações detalhadas sobre a greve nacional, as negociações com o governo e o quadro de mobilização nos campi do IF-SC. Destaque, nesse ponto, para a presença de representantes das Seções Sindicais ligadas ao IFC e do Coordenador do SINASEFE e membro do Comando Nacional de Greve, Ney Robson Fialho Bezerra, do Sintef-PB (Sindicato dos Trabalhadores da Educação Federal da Paraíba). Os informes das negociações e das últimas atividades realizadas em Brasília foram apresentados pelo sindicalizado Marcos Dorval Schmitz, representante da Seção Sindical no Comando Nacional de Greve e membro da Comissão de Negociação do Sinasefe.
Após o momento de informes e antes da avaliação da greve, os servidores presentes à assembleia ainda tiveram a oportunidade de acompanhar a apresentação de um estudo interessante sobre a evolução dos salários de docentes e técnicos, elaborado pelo professor Márcio, do Campus Fpolis.
Avaliação do movimento: a greve continua
Com grande volume de dados e informações sobre a greve, os servidores passaram a avaliar, em seguida, os rumos do movimento em Santa Catarina e no país. No geral, as avaliações apontaram para o nítido crescimento da greve no IF-SC e para a necessidade de fortalecer o movimento nacional e local. As análises chamaram a atenção também para o cenário de inflação alta e defasagem salarial, em contradição às políticas governamentais que priorizam a remuneração do capital, com juros altos, em detrimento da valorização do trabalho.
As avaliações, quase unânimes, não impediram, porém, que o fim da greve com retorno ao trabalho fosse apresentado como proposta, o que obrigou a mesa a colocar em votação a continuidade ou não do movimento no IF-SC. Por ampla maioria de votos e sob intensos aplausos, a continuidade da greve foi aprovada, ficando marcada nova assembleia para o próximo dia 12 de setembro, a fim de avaliar possível negociação com o governo marcada, inicialmente, para o dia 6.
Comissão Eleitoral
No último ponto da pauta da assembleia, pouco antes de saírem para o ato público no Terminal Urbano do centro de Fpolis (Ticen), os servidores aprovaram ainda a indicação de quatro nomes para compor a Comissão Eleitoral que vai organizar e conduzir as eleições para a escolha da Diretoria da Seção Sindical, biênio 2011/2013. Os outros membros serão escolhidos na próxima assembleia.
Por enquanto, a Comissão é formada pelos sindicalizados Romoaldo Rebello Siggelkow e José Márcio Coelho (Campus São José), Luciano de Azambuja (Campus Continente) e Werther Alexandre de Oliveira Serralheiro (Campus Araranguá).
A educação vai às ruas
Para encerrar bem o dia, diversos servidores foram até o Ticen no final da tarde de ontem (31/08) para participar do ato público “A educação vai às ruas”. O movimento, realizado nacionalmente, teve como principal objetivo dialogar com a sociedade sobre os motivos da greve e pedir o apoio da população ao movimento dos servidores.
Portando diversas faixas, servidores de vários campi distribuíram cerca de dois mil panfletos à comunidade.
Fonte: Sinasefe-sc
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